
No dia 8 de abril, a exatamente 13 anos atrás, Kurt Cobain foi encontrado morto, ao lado de um rifle, com um tiro na cabeça, na garagem de sua casa em Seattle.
Peritos estimaram que o cantor teria cometido suicídio havia três dias.
No dia cinco de abril o mundo perdeu um dos nomes do rock mais importantes dos últimos 15 anos.
Há quem diga que não foi suicídio... Há quem diga que foi assassinato... Há quem diga que foi a Courtney!
E eu digo que direta ou indiretamente, foi ela sim!
É claro que não podemos descartar a hipótese de suicídio, pois não podemos ignorar os fatos:
- Kurt tinha depressão desde os 11 anos de idade;
- Kurt havia tentado se suicidar um mês antes quando ingeriu 50 tranqüilizantes com vodca;
- Kurt era viciado em heroína;
- O álbum “In Útero” inicialmente se chamava “I hate myself and I want to die”, ou, eu me odeio e quero morrer;
- Kurt estava realmente cansado de viver.
Mas assim como existem as evidências de seu suicídio, existem também as evidências de seu assassinato:
- O cantor de rock El Duce disse que Courtney Love teria oferecido 50 mil dólares para que ele matasse Kurt, exatamente 8 dias depois ele é misteriosamente atropelado por um trem;
- Sua suposta carta de adeus à vida parecia mais uma carta de adeus à música.
Na carta havia dois tipos de letra diferente, como se alguém tivesse acrescentado algumas frases ao final para dar um tom mais suicida;
- Em uma entrevista, no documentário “Kurt & Courtney”, Hank Harrison, pai de Courtney Love, acusa sua filha de matar Kurt.
- Courtney traía Kurt com Billy Corgan (as más línguas diziam) e Kurt estava sofrendo com isso (como demonstra ao cantar “Where Did You Sleep Last Night” no acústico do Nirvana).
Por isso digo: ela pode não ter puxado o gatilho, pode não ter sido a mandante, mas é sim uma das maiores responsáveis.
Em meio de tantas hipóteses e especulações uma coisa é fato:
- O que ele fez pela música ninguém fará igual!
Ouvindo: “The Man Who Sold The World”
Nirvana
MTV Unplugged in New York